PETROBRAS está fazendo uma correção nesse mês de setembro depois de uma subida forte em julho e agosto. O preço do ativo caiu mais de 6% no último pregão com volume acima da média de 21 períodos, acumulando mais de 13% de desvalorização desde o seu último topo.
Traçando uma retração de Fibonacci do fundo de julho até o último topo de agosto, nota-se que o nível de 61,8% coincide justamente no fechamento de um GAP que ficou aberto em R$ 26,60, sendo esse um ponto bem interessante a ser observado.
Há também suportes em R$ 29,36 e R$ 27,94.
Mas muitos fatores podem interferir no preço do ativo para cima ou para baixo, como a nossa política interna (eleições estão aí) e fatores internacionais, como a guerra na Ucrânia e o preço do petróleo Brent, que vem caindo há algum tempo, diga-se de passagem.
Esta publicação é apenas um estudo pessoal e não deve ser considerada como uma recomendação de compra ou venda.
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